Depois de conversar com o ChatGPT sobre o diário de aprendizagem, percebi que ele não é um resumo da matéria dada nas aulas, mas um espaço para pensar sobre a minha própria aprendizagem. Fiquei a saber que devo escrever o que aprendi de novo, o que achei difícil e como isso se liga a coisas que já sabia antes. O mais importante não é escrever “bonito”, mas sim escrever com sinceridade.
Também descobri que o ChatGPT não deve escrever as entradas por mim, porque isso tirava todo o sentido do exercício, que é eu aprender a reflectir sobre o que estudo. Posso usar o chatbot só para organizar ideias ou tirar dúvidas, mas o texto tem de ser meu.
Fora disso, aprendi coisas mais práticas: cada entrada deve ter dois a quatro parágrafos curtos, o melhor é escrever logo depois da aula enquanto ainda está fresco na memória, e isso demora entre quinze a trinta minutos. O ideal é escrever uma vez por semana, para criar o hábito sem pesar muito. E mesmo se faltar a uma aula, tenho de escrever na mesma: devo dizer o que fiz para recuperar a matéria e o que aprendi com isso.