1. Fatores genéticos
São fatores relacionados às características hereditárias ou alterações genéticas que podem afetar o desenvolvimento do cérebro.
Exemplos:
Síndrome de Down (trissomia 21);
Síndrome do X Frágil;
alterações cromossômicas;
algumas doenças metabólicas hereditárias;
mutações genéticas que interferem no desenvolvimento neurológico.
Estratégias de prevenção:
acompanhamento médico e aconselhamento genético quando existe histórico familiar;
acompanhamento pré-natal adequado;
realização dos exames pré-natais recomendados;
identificação e tratamento de doenças maternas durante a gravidez;
evitar medicamentos ou substâncias sem orientação médica durante a gestação.
Importante: nem todas as causas genéticas podem ser prevenidas. A prevenção muitas vezes significa reduzir riscos e identificar precocemente possíveis alterações.
2. Fatores extrínsecos
São fatores ambientais, sociais, biológicos e relacionados às condições de vida que podem interferir no desenvolvimento cerebral antes, durante ou depois do nascimento.
Durante a gravidez:
consumo de álcool, tabaco e outras drogas;
infecções maternas;
desnutrição;
exposição a substâncias tóxicas;
falta de acompanhamento pré-natal.
Durante o parto:
falta de oxigenação do cérebro;
prematuridade extrema;
complicações obstétricas graves.
Depois do nascimento:
traumatismos cranianos;
infecções que afetam o sistema nervoso;
desnutrição grave;
exposição a substâncias tóxicas, como chumbo;
privação ambiental e falta de estimulação adequada.
Estratégias de prevenção:
garantir alimentação adequada à mãe e à criança;
realizar consultas pré-natais e acompanhamento pediátrico;
vacinação e prevenção de infecções;
assistência adequada durante o parto;
prevenir acidentes e traumatismos cranianos;
proporcionar estimulação cognitiva, afetiva e social desde a infância;
identificar precocemente atrasos no desenvolvimento e encaminhar para intervenção especializada.
São fatores relacionados às características hereditárias ou alterações genéticas que podem afetar o desenvolvimento do cérebro.
Exemplos:
Síndrome de Down (trissomia 21);
Síndrome do X Frágil;
alterações cromossômicas;
algumas doenças metabólicas hereditárias;
mutações genéticas que interferem no desenvolvimento neurológico.
Estratégias de prevenção:
acompanhamento médico e aconselhamento genético quando existe histórico familiar;
acompanhamento pré-natal adequado;
realização dos exames pré-natais recomendados;
identificação e tratamento de doenças maternas durante a gravidez;
evitar medicamentos ou substâncias sem orientação médica durante a gestação.
Importante: nem todas as causas genéticas podem ser prevenidas. A prevenção muitas vezes significa reduzir riscos e identificar precocemente possíveis alterações.
2. Fatores extrínsecos
São fatores ambientais, sociais, biológicos e relacionados às condições de vida que podem interferir no desenvolvimento cerebral antes, durante ou depois do nascimento.
Durante a gravidez:
consumo de álcool, tabaco e outras drogas;
infecções maternas;
desnutrição;
exposição a substâncias tóxicas;
falta de acompanhamento pré-natal.
Durante o parto:
falta de oxigenação do cérebro;
prematuridade extrema;
complicações obstétricas graves.
Depois do nascimento:
traumatismos cranianos;
infecções que afetam o sistema nervoso;
desnutrição grave;
exposição a substâncias tóxicas, como chumbo;
privação ambiental e falta de estimulação adequada.
Estratégias de prevenção:
garantir alimentação adequada à mãe e à criança;
realizar consultas pré-natais e acompanhamento pediátrico;
vacinação e prevenção de infecções;
assistência adequada durante o parto;
prevenir acidentes e traumatismos cranianos;
proporcionar estimulação cognitiva, afetiva e social desde a infância;
identificar precocemente atrasos no desenvolvimento e encaminhar para intervenção especializada.