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Diario de aprendizagem sobre verbos e tipos de verbos e orações

Diario de aprendizagem sobre verbos e tipos de verbos e orações

por Anastâncio Langa -
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Deste modo apresento toda minha aprendizagem Durante este período onde pude aprender muita coisa, de tudo que fui  estudando, aprendi acerca dos verbos, dos adjectivos, das orações subordinadas, as conjunções e locuções subordinativas, e conectores , bem como a função de cada uma delas.

Esta aprendizagem permitiu-me desenvolver os meus conhecimentos gramaticais, melhorar a construção das frases e compreender melhor a organização e o funcionamento da língua portuguesa.

acerca  dos verbos pude aprender varias coisas dentre elas, aprendi que os verbos são palavras que exprimem acções. Os verbos desempenham um papel fundamental na construção das frases, pois podem indicar aquilo que o sujeito faz, aquilo que é ou aquilo que lhe acontece.

Os verbos podem ser classificados de acordo com a sua função e com a relação que estabelecem com os outros elementos da frase por exemplo:

Verbos copulativos: Os verbos copulativos são verbos que ligam o sujeito a uma característica, qualidade,  ou condição, geralmente através de um predicativo do sujeito.

Exemplos: ser, estar, ficar, parecer, permanecer, continuar, tornar-se.

Por exemplo esta frase:A menina é inteligente.

Nesta frase apresentada, o verbo liga o sujeito a uma característica.

Verbos intransitivos: Os verbos intransitivos são aqueles que possuem sentido completo e não necessitam de um complemento directo ou indirecto para completar o seu significado.

Exemplos: nascer, morrer, dormir, sorrir, chorar, cair, chegar, partir, viver, crescer

Por exemplo:

* O bebé nasceu.
 *A criança dormiu.

Nestes exemplos, os verbos apresentam sentido completo sem a necessidade de um complemento directo.

 Verbos transitivos directo:Os verbos transitivos directos são aqueles que necessitam de um complemento directo para completar o seu sentido. O complemento directo responde às perguntas «o quê?» ou «quem?».

Exemplos: comprar, ler, escrever, abrir, fechar, construir, resolver, observar, preparar, estudar.

Por exemplo:

* A estudante leu o livro.
* O professor corrigiu o teste.

Nestas duas frases , «o livro», «o teste»  são complementos directos.

Verbos transitivos indirectos: Os verbos transitivos indirectos são aqueles que exigem um complemento indirecto ou outro complemento preposicionado para completar o seu sentido.

Exemplos: gostar de, precisar de, depender de, obedecer a, acreditar em, confiar em, concordar com, simpatizar com.

Exemplo:

* A estudante gosta de Português.
* O aluno precisa de ajuda.

Nestes exemplos, os verbos estabelecem uma relação com os seus complementos através de preposições.

Quanto a Importância do estudo dos verbos, permite-me identificar a função de cada verbo na frase, reconhecer os seus complementos e construir frases gramaticalmente correctas.

Pude também aprender acerca dos  adjectivos Onde percebi que os adjectivos são palavras que caracterizam ou qualificam os nomes, atribuindo-lhes propriedades, qualidades ou características.

Os adjectivos podem desempenhar diferentes funções na frase, nomeadamente a função atributiva, a função predicativa e a função de atributo.

Adjectivo atributivo: é aquele que acompanha directamente o nome, atribuindo-lhe uma característica.

Exemplos: aluno inteligente, livro interessante, casa bonita, estudante dedicado.

Exemplo:O aluno inteligente respondeu à pergunta.

Nesta frase, «inteligente» é o adjectivo atributivo, porque acompanha o nome «aluno» .

Vi também acerca do Adjectivo predicativo Que é aquele que atribui uma característica ao sujeito através de um verbo copulativo Por exemplo:inteligente, cansado, feliz, bonita, satisfeito.

* O aluno está cansado.
* A menina é bonita.

Nessas duas frases, os adjectivos caracterizam o sujeito através dos verbos copulativos.

Temos tambem a importância dos adjectivos Eles permitem enriquecer o discurso, caracterizar pessoas, animais, objectos e lugares, além de tornar as descrições mais claras e expressivas.

Aprendi tambem acerca das Orações subordinadas

Durante as aulas, aprendi que uma oração subordinada é uma oração que depende sintacticamente de outra oração, denominada oração subordinante e eu nao sabia mas foquei me e consegui entender.

As orações subordinadas podem ser classificadas em diferentes tipos, de acordo com a função que desempenham na frase.

Como também as Orações subordinadas adjectivas relativas: que São orações subordinadas que modificam ou caracterizam um nome ou grupo nominal da oração subordinante. São frequentemente introduzidas por pronomes relativos, como «que», «quem», «o qual», «a qual», «cujo» e «onde».

Diriámos que Oração subordinada adjectiva relativa restritiva:Restringe ou delimita o significado do nome a que se refere. Não é separada por vírgulas.

Durante a aula percebi usando essa frase:O autor que assinou o livro é famoso.

A oração «que assinou o livro» identifica o autor a que nos referimos.

Tivemos também: Oração subordinada adjectiva relativa explicativa:Acrescenta uma informação adicional sobre o nome a que se refere.aparece entre vírgulas.

Ainda durante o periódo de aprendizagem vi também Orações subordinadas adverbiais:São orações subordinadas que desempenham uma função semelhante à de um advérbio, exprimindo circunstâncias como tempo, causa, condição, concessão, consequência, finalidade ou comparação.

Entre os tipos que estudei , destacam-se os seguintes:

Temporais: indicam o momento em que ocorre a acção. Exemplos: «quando», «enquanto», «logo que», «assim que».

Causais: indicam a causa ou o motivo de um acontecimento. Exemplos: «porque», «visto que», «já que», «uma vez que».

Exemplo: O autor reescreveu a obra porque encontrou erros.

Condicionais: exprimem uma condição para que determinada acção se realize. Exemplos: «se», «caso», «desde que», «contanto que».

Exemplo: Se estudares, compreenderás a matéria.

Cmo também as Comparativas: estabelecem uma comparação entre elementos ou situações. Exemplos: «como», «conforme», «assim como», «mais… do que», «menos… do que».

Exemplo: O aluno estudou mais do que o colega.

As  Consecutivas: exprimem uma consequência. Exemplos: «que», em construções como «tão… que», «tanto… que», «de tal modo que».

Exemplo: O aluno estudou tanto que conseguiu boas notas.

Investiguei também acerca das Finais: exprimem a finalidade ou o objectivo de uma acção. Exemplos: «para que», «a fim de que».

exemplo: A professora explicou a matéria para que os alunos compreendessem.

a Importância das orações subordinadas pude perceber que orações subordinadas permite-me compreender as relações de dependência entre as orações, identificar a função de cada uma e construir frases mais complexas, organizadas e coerente

entrei também nas Conjunções e locuções subordinativas, onde aprendi que as conjunções subordinativas são palavras invariáveis que introduzem orações subordinadas e estabelecem uma relação de dependência entre elas e a oração subordinante.

As locuções subordinativas são conjuntos de palavras que desempenham a mesma função das conjunções subordinativas.

As conjunções e locuções subordinativas podem exprimir diferentes relações de sentido.

Conjunções: porque, pois, porquanto.

Locuções: visto que, já que, uma vez que, dado que.

Exemplo: O aluno faltou porque estava doente.

As Conjunções e locuções comparativas: Estabelecem uma comparação entre duas situações ou elementos.

Conjunções: como, conforme, segundo, consoante, que e quanto, em construções comparativas.

Locuções: assim como, tal como, do que, tanto quanto.

Exemplo: A estudante é tão dedicada como a irmã.

Conjunções e locuções consecutivas que são aquelas que Introduzem uma consequência resultante de uma acção ou situação.

Conjunções: que, em construções como «tão… que» e «tanto… que».

Locuções: de modo que, de forma que, de maneira que, de sorte que.

Exemplo: O aluno estudou tanto que conseguiu passar no exame.

Vi também as  Conjunções e locuções concessivas: Introduzem uma ideia contrária à expectativa, sem impedir a realização da acção principal.

Conjunções: embora, conquanto.

Locuções: ainda que, mesmo que, apesar de que, se bem que.

Exemplo: Embora estivesse cansada, a estudante continuou a trabalhar.

Durante os estudos encasa vi a Importância das conjunções e locuções subordinativas: onde diria que Estes elementos permitem estabelecer relações lógicas entre as orações, contribuindo para a coesão, a coerência e a organização do discurso.

Primeiramente, estudei os verbos. Em seguida, aprendi os adjectivos. Além disso, compreendi a importância das orações subordinadas. Por fim, concluí que os conectores são fundamentais para organizar um texto.

 Predicado: O predicado é a parte da frase que contém o verbo e aquilo que se afirma acerca do sujeito.

Exemplo: Os alunos estudaram a matéria.

Nesta frase, «estudaram a matéria» é o predicado.

Complemento directo: É o constituinte que completa o sentido de um verbo transitivo directo.

Exemplo: A estudante leu o livro.

«O livro» é o complemento directo.

Complemento indirecto: É o constituinte que, geralmente, corresponde ao destinatário ou beneficiário da acção e pode ser substituído pelos pronomes «lhe» ou «lhes».

Exemplo: A professora entregou o teste ao aluno.

«Ao aluno» é o complemento indirecto.

 Complemento oblíquo: É um constituinte exigido por determinados verbos, frequentemente introduzido por uma preposição, que não pode ser substituído pelos pronomes «lhe» ou «lhes» com a mesma função.

Exemplo: A estudante gosta de Português.

«De Português» é o complemento oblíquo.

Tivemos também o Predicativo dosujeito que É o constituinte que atribui uma propriedade, uma característica ou um estado ao sujeito, geralmente através de um verbo copulativo.

Exemplo: O estudante está atento.

«Atento» é o predicativo do sujeito.

Importância do estudo dos constituintes

O conhecimento dos constituintes da frase permite-me identificar a função sintáctica de cada elemento e compreender melhor a estrutura gramatical das frases.

 A importância da vírgula

Durante a aprendizagem da língua portuguesa, compreendi que a vírgula é um sinal de pontuação que ajuda a organizar a frase e a separar determinados constituintes.

A vírgula pode ser utilizada para separar elementos de uma enumeração, isolar expressões explicativas e delimitar orações subordinadas adjectivas relativas explicativas, entre outras funções.

Exemplos:

* Comprei livros, cadernos, canetas e lápis.
* O professor, muito dedicado, explicou a matéria.
*O autor, que é famoso, assinou o livro.

Percebi de que é importante compreender que a vírgula não deve ser colocada arbitrariamente entre o sujeito e o predicado.

Exemplo incorrecto: O aluno, estudou a matéria.

Exemplo correcto: O aluno estudou a matéria.

Todas vezes sempre procuro uso adequado da vírgula para que possa  pdar-me a clareza e a correcção dos textos.

Ao longo deste período, adquiri conhecimentos importantes sobre a gramática da língua portuguesa. Aprendi a classificar os verbos, a identificar os adjectivos e as suas funções, a distinguir os diferentes tipos de orações subordinadas, a reconhecer conjunções e locuções subordinativas e a utilizar conectores e marcadores.

Também aprendi a identificar os constituintes da frase e a compreender a importância da pontuação, especialmente da vírgula.

Este aprendizado durante este tempo  contribuíu para melhorar a minha capacidade de analisar frases, organizar ideias e fazer o maxímo para entender perfeitamente